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	<title>Rumos do Brasil &#187; Kathia Kozlowski</title>
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	<description>Propostas para um país melhor</description>
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		<title>Fé Animal</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 09:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Na ânsia de sobreviver às adversidades e ao que não é compreensível, os homens submeteram-se a aceitar as suas limitações, crendo na existência de um Poder Maior, um Ser Não Material, que poderia ser agradado e dessa forma conceder clemência e vitória. Dessa forma, para este Ser, Deus, Divindade, caberia ao homem oferecer o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na ânsia de sobreviver às adversidades e ao que não é compreensível, os homens submeteram-se a aceitar as suas limitações, crendo na existência de um Poder Maior, um Ser Não Material, que poderia ser agradado e dessa forma conceder clemência e vitória. Dessa forma, para este Ser, Deus, Divindade, caberia ao homem oferecer o seu melhor, em sacrifício, para obter a satisfação, aprovação e benção do seu Deus de devoção.</p>
<p>Sacrifício</p>
<p>Sacrifício é um ato ritual no qual é feita uma oferta para o objeto de culto religioso ou veneração. A oferta pode ser em planta, animal, ou até mesmo forma humana. Encontrado nas religiões de muitas culturas, passadas e presentes, sacrifício é uma prática destinada a homenagear ou apaziguar uma deidade e de tornar santa a oferta.</p>
<p>Na América pré-colombiana milhares de vítimas humanas (muitos delas cativas de guerra), foram oferecidas anualmente, de acordo com o ritual  complexo do calendário asteca; sacrifícios humanos também ocorreram numa escala menor entre os Maias andinos e vários grupos indianos e norte-americanos.</p>
<p>Entre as culturas de África, Extremo Oriente, Sudeste da Ásia e  Oceania, os sacrifícios são comumente oferecidos em relação ao antepassado em adoração. Sacrifícios humanos eram anteriormente praticados por certos grupos em todas estas áreas. A antiga tradição védica da Índia tem um ritual de sacrifício altamente desenvolvidas (hinduísmo). O ato sacrificial não desempenha um papel significativo no Islã.</p>
<p>No Antigo Testamento da Bíblia sacrificio a primeira menção de Deus quanto a sacrifício,  é a rejeição da oferta de Caim e da aceitação da oferta de Abel (Gen. 4:2-5). No hebraico antigo os principais sacrifícios eram os do cordeiro pascal e do bode expiatório. Para os cristãos todos os sacrifícios foram cumpridos de uma vez só vez,  na auto-oferta de Jesus (Heb. 9-10).</p>
<p>Posteriormente com os dogmas católicos, escritores cristãos passaram  a chamar a Eucaristia de um sacrifício, identificando-a com a pura oferta de Malaquias (Mal. 1:11).</p>
<p>O sacrifício é utilizado para expressar fé, arrependimento, adoração, necessidades e pedidos. A principal finalidade do sacrifício é para a divindade para garantir a Sua graça.</p>
<p>O religioso ato do sacrifício sempre foi praticado pelas civilizações, segundo dados históricos, e era também  praticado desde os tempos antigos, conforme relatos do povo hebreu que se encontram nos livros da bíblia (Gn 4:4 ff, ff 8:20; 12:7,8; 13:4,18; 15:4 ff; 26:25; Jo 1:5, 42:7 &#8212; 9).</p>
<p>Antes da construção do Templo, em Jerusalém, sacrifícios foram feitos pelos chefes de famílias. Porém, sacrifícios não são mais oferecidos pelos judeus desde a destruição do Templo pelos romanos em 70 dC.</p>
<p>Nas leis mosáicas os sacrifícios poderiam ser feitos e oferecidos  apenas com certos tipos de animais, incluindo aves e os sacrifícios eram de dois tipos, de animais e de vegetais.</p>
<p>Sacrifícios animais:</p>
<p>Oferta de pecado (Lev. 4:1-35; 6:24-30).</p>
<p>Oferta de Culpa(Lev. 5:14-6:7).</p>
<p>Holocausto (Lev. 1).</p>
<p>Oferta de paz (Lev. 3).</p>
<p>Sacrifícios vegetais:</p>
<p>Oferendas (Lev. 2:1-16; 6:14-18).</p>
<p>Oferendas de Bebida  (Num. 6:17; 15:1-12).</p>
<p>Segundo os escritos bíblicos, os sacrifícios já eram oferecidos antes do dilúvio. E mesmo quando o Senhor vestiu Adão e Eva com peles de animais, os estudiosos consideram que tinha sido fruto de um sacrifício (Gn 3:21). Abel também teria oferecido um sacrifício das primícias do seu rebanho&#8221; (Gen 4:4; Hebreus. 11:4). A questão é que na tradução do hebraico original, a palavra que é usada para a roupa preparada por Deus, não é “pele” e sim “pelo” de animal. E ainda, no tocante à primícias que Abel trouxe, cabe tranquilamente o entendimento que pode ser das primícias da gordura do leite do seu rebanho.</p>
<p>O curioso e muito importante é saber que segundo Gênesis 1: 29, os animais não poderiam servir de alimento para o homem, mas isto muda, no pós-dilúvio, com um texto confuso, logo após a saída de Noé e de seus filhos da arca.</p>
<p>Fé, Religião e Animais não Humanos</p>
<p>Ao participarmos de uma existência aonde a saciedade das explicações dos mistérios ficam dependentes, mais e mais, do sentimento de fé no que é transcendente às limitações da matéria, principalmente com o desenvolvimento dos estudos científicos, como podemos nos dias atuais entender que o homem dito “evoluído”, sente-se ainda superior ou “dono” dos seres que convivem no mesmo espaço cósmico?</p>
<p>Por que a fé, religiões, instituições, governos e Estados, ainda preferem concordar com ou desconhecer  as atrocidade que ocorrem a todo momento em todo o mundo, com os seres considerados “inferiores” e com a natureza num todo?</p>
<p>Afinal, sendo a saúde, a alimentação, os bons costumes, etc. fruto dum contexto cultural da sociedade e, sendo a religião um dos principais fatores para definição ética e moral do ponto de vista cultural de uma sociedade, a sua omissão, nos dias de hoje, além de cooperar, acelera o fim da justiça e da paz.</p>
<p>Como pregar o amor, sem clemência para aqueles que são menores que nós?</p>
<p>Como atingir a harmonia sem uma convivência de respeito por seres que são diferentes ou não humanos?</p>
<p>Caberia a fé e a religião nos despertar para o retorno do princípio de tudo? Por que o seu silêncio quanto ao assunto?</p>
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		<title>Direito dos Animais</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 00:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembram-se quando Jesus foi perguntado sobre o mais importante dos mandamentos? Pois é, Ele fez questão de falar não apenas de um, mas dos dois mais importantes mandamentos, porque um sem o outro não teria sentido nenhum &#8211; eles se complementam. São eles: - &#8220;Amar a D&#8217;us sobre todas as coisas e ao &#8216;próximo&#8217; como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>Lembram-se  quando Jesus foi perguntado sobre o mais importante dos mandamentos?  Pois é, Ele fez questão de falar não apenas de um, mas dos dois mais  importantes mandamentos, porque um sem o outro não teria sentido nenhum &#8211;  eles se complementam. São eles: - &#8220;Amar a D&#8217;us sobre todas as coisas e  ao &#8216;próximo&#8217; como a si mesmo&#8221;.</div>
<div>Esse sim seria o mundo ideal de justiça, equilíbrio e paz!</div>
<div>O  lamentável é que o homem quando pensa em amar ao &#8216;próximo&#8217; pensa  somente em seres humanos, e não em todos os seres da criação do Pai  Eterno que estão a seu redor&#8230;</div>
<div>Porém, creio firmemente na  evolução da humanidade e que um dia ela há de considerar um crime  hediondo, aproveitar-se, explorar, confinar, assassinar e alimentar-se  dos nossos próximos, não humanos.</div>
<div>Todo ser animal, humano ou  não, tem direito a ser feliz! Quando assim for, a natureza também será  atingida, beneficiada e poupada de tanto descaso e destruição.</div>
<div>Por isso a importância de estarmos repassando a coluna do blog da Cora Rónai que segue abaixo:</div>
<div style="text-align: left;"><big><big><br />
<a rel="attachment wp-att-3156" href="http://www.rumosdobrasil.org.br/2011/01/27/direito-dos-animais/bandeira-brasil-2/"></a><br />
<strong><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="color: #3333ff;">Benvindos ao Site Direito dos Animais.</span></p>
<p></span></strong></big></big><big><big><strong> </strong></big></big><big><big><strong> </strong></big></big><big><big><strong> </strong><small><span style="font-family: 'Times New Roman';"><strong>&#8220;Para o triunfo do mal basta que os bons fiquem de braços cruzados.&#8221;<br />
Edmund Burke</strong><br />
</span></small></big></big></p>
<div>
<table style="width: 972px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr align="left">
<h4>
<h4><big><big><small><strong><a href="http://www.holostech.com/da/AnimaisEmCondominios.pdf"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Animais em condomínios</span></a><br />
<span style="font-family: 'Times New Roman';"> </span><a href="http://www.holostech.com/da/SEPDA.pdf" target="_top"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Legislação SEPDA/RJ</span></a><br />
<span style="font-family: 'Times New Roman';"> </span><a href="http://www.holostech.com/da/lei%209605%20de%2013%2002%2098.pdf"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Lei de Crimes Ambientais</span></a><br />
<a href="http://www.holostech.com/da/Lei%20Ordinaria%20numero%203739%20de%202004.pdf"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Lei Municipal 3739 &#8211; Rio de Janeiro</span></a><br />
<a href="http://www.holostech.com/da/Lei%20Estadual%204808.pdf"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Lei Estadual 4808 &#8211; RJ</span></a></strong></small></big></big></h4>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman';"><strong><a href="http://www.holostech.com/da/Lei_4731.pdf" target="_top">Lei Municipal 4731 &#8211; Rio de Janeiro</a><br />
<a href="http://www.holostech.com/da/PosseResponsavel.pdf" target="_top">Posse responsável</a><br />
<a href="http://www.claudiocavalcanti.com/leis_defesa_animais.html">Leis Municipais do Rio de Janeiro</a><br />
<a href="http://www.holostech.com/da/LeiAnimalComunitario.pdf" target="_top">Lei 4956 &#8211; Animal Comunitário -RJ</a><br />
<a href="http://www.holostech.com/da/ParecerJuridico.pdf">Parecer Animais em Condomínio</a></strong></span></h4>
<td><big><big><small><a href="http://www.holostech.com/da/Lei_4731.pdf" target="_top"><span style="font-family: 'Times New Roman';">L</span></a></small></big></big></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><span style="font-family: 'Times New Roman';"><big><big><small>Este  site recomenda a leitura do livro &#8220;Direito dos Animais&#8221; do Dr. Laerte  Fernando Levai promotor de justiça da cidade de São José dos Campos &#8211;  São Paulo. O livro foi editado pela</small></big></big> </span><big><big><small><a href="http://www.editoramantiqueira.com.br/"><span style="font-family: 'Times New Roman';">Editora Mantiqueira</span></a><span style="font-family: 'Times New Roman';">.<br />
</span></small></big></big><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">ANIMAIS EM APARTAMENTO</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman';"><strong>- A Lei nº 4591/64 e artigo 544 do código civil -</strong> ampara  qualquer animal que viva em um condomínio de apartamentos. Mesmo  havendo na convenção condominial cláusula proibindo animal em  apartamento, tolera-se ali a permanência deste, quando desse fato não  resultar em prejuízo ao sossego, à salubridade e à segurança dos  condôminos.</span><a href="mailto:marcus.borelli@gmail.com"><br />
<span style="font-family: 'Times New Roman';">Contato</span></a></p>
<p><a href="http://www.uniaolibertariaanimal.com/" target="_blank"><span style="font-family: 'Times New Roman';">União Libertária Animal</span></a><span style="font-family: 'Times New Roman';"><br />
</span><big><big><small><span style="font-family: 'Times New Roman';"><a href="http://www.wspabrasil.org/" target="_blank"> WSPA BRASIL</a></span></small></big></big></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Maus Tratos (&#8230;) Animais</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2010/05/26/maus-tratos-contra-os-animais/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 22:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[“A cidade de Jundiaí em São Paulo, conta a partir de maio de 2010, com um setor especial para cuidar de crimes contra animais. As denúncias devem ser feitas no 2º Distrito Policial, no Parque da Represa.” Na verdade já existe em Campinas, Sorocaba, entre outras cidades, setores e delegacias, funcionando especificamente para casos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A cidade de Jundiaí em São Paulo, conta a partir de maio de 2010, com um setor especial para cuidar de crimes contra animais. As denúncias devem ser feitas no 2º Distrito Policial, no Parque da Represa.”</p>
<p>Na verdade já existe em Campinas, Sorocaba, entre outras cidades, setores e delegacias, funcionando especificamente para casos de maus tratos contra animais. Lentamente está havendo uma conscientização do setor público de que a sociedade que vê como indefesos e com direitos de serem protegidos, as crianças, as mulheres, também assuma o seu papel em defesa dos direitos dos animais, seres não humanos, mas que dispõem de sentimentos e de sensibilidade para a dor.</p>
<p>Muitas vezes, diante de um inesperado acontecimento de mau trato a um animal, não sabemos ao certo o que devemos fazer. Para este caso, seguem alguns passos valiosos a serem seguidos e encarados, não como opcionais, mas como “dever” de qualquer cidadão de bem:</p>
<p>O que devemos fazer</p>
<p>1. Certificar-se de que se trata de um mau trato</p>
<p>Sempre que possível, constatando-se um mau trato a qualquer ser animal, é importante tentar conversar e conscientizar o agressor de que ele está cometendo um crime.</p>
<p>O defensor deve agir, com educação e de maneira objetiva  procurar manter o equilíbrio e sempre lembrar que a intenção é o bem estar do animal e não uma disputa pela razão.</p>
<p>Havendo possibilidade, é importante colher evidências, fotos, gravações, testemunhos e observações que comprovem a situação de mau trato.</p>
<p>Leis que garantem a defesa dos animais e do meio-ambiente</p>
<p>Ter conhecimento das leis que protegem os animais de abusos e maus tratos, pode fazer toda a diferença, quando estamos diante de um fato consumado:</p>
<p>- <a href="http://www.arcabrasil.org.br/animais/legislacao/lei_maus.htm">Decreto Lei Nº 24.645</a>, de 10 de julho de 1934, que define maus-tratos contra animais.</p>
<p>- <a href="http://www.arcabrasil.org.br/animais/legislacao/lei_crimesamb.htm">Lei Federal Nº 9.605</a>, de 12 de fevereiro de 1998, a &#8220;Lei dos Crimes Ambientais&#8221;.</p>
<p>Destaque-se aqui o artigo a seguir:</p>
<p>“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena &#8211; detenção, de três meses a um ano, e multa.</p>
<p>§1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.</p>
<p>§2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”</p>
<p>2. Denuncie</p>
<p>Os atos de abuso e de maus-tratos com animais configuram crime ambiental e, portanto, devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito. A autoridade policial está obrigada a proceder a investigação de fatos que, em tese, configuram crime ambiental.</p>
<p>Como denunciar:</p>
<p>Toda pessoa que seja testemunha de atentados contra animais pode e DEVE comparecer a delegacia mais próxima e lavrar um Termo Circunstanciado, espécie de Boletim de Ocorrência (BO), citando o artigo 32 &#8220;Praticar ato de abuso e maus-tratos à animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos &#8220;, da Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98. Caso haja recusa do delegado, cite o artigo 319 do Código Penal, que prevê crime de prevaricação: receber notícia de crime e recusar-se a cumpri-la.</p>
<p>Se houver demora ou omissão, entre em contato com o Ministério Publico ESTADUAL &#8211; Procuradoria de Meio Ambiente e Minorias. Envie uma carta registrada descrevendo a situação do animal, o Distrito Policial e o nome do delegado que o atendeu. Você também pode enviar fax ou ir pessoalmente ao MP.       Não é necessário advogado.</p>
<p>Caso o agressor seja indiciado ele perderá a condição de réu primário, isto é, terá sua &#8220;ficha suja&#8221;. O atestado de antecedentes criminais também é usado como documento para ingresso em cargo publico e empresas, que exigem saber do passado do interessado na vaga, poderão recusar o candidato à vaga, na evidência de um ato criminoso.</p>
<p>Procedimento para atendimento displicente da autoridade policial:</p>
<p>1) Ouvidoria-Geral do Ministério Público, no Rio de Janeiro</p>
<p>Telefone: 127</p>
<p>Endereço: Av. Marechal Câmara n° 370 &#8211; subsolo &#8211; Centro</p>
<p>Rio de Janeiro &#8211; CEP: 20020-080</p>
<p>Horário de atendimento: 8h às 20h &#8211; Segunda-feira a Sexta-feira</p>
<p>O Ministério Público estadual inaugurou sua Ouvidoria-Geral, recebendo denúncias de desrespeito a direitos do consumidor, agressões ao meio ambiente e ao patrimônio público, maus tratos a crianças, idosos e deficientes, informações sobre organizações criminosas, entre outras violações.</p>
<p>O denunciante não precisa se identificar para apresentar sua denúncia ao Ministério Público. Se desejar, poderá permanecer anônimo, ligando pelo número 127 (tarifa de ligação local) ou apresentando sua comunicação pessoalmente ou pela Internet. Os campos a serem preenchidos com dados pessoais no formulário disponível no site são opcionais e podem ser deixados em branco, sem prejuízo do acompanhamento dos casos pelo número de registro que será enviado ao denunciante assim que sua denúncia for processada no sistema da Ouvidoria.</p>
<p>2) Ministério Publico Estadual em São Paulo &#8211; (11) 3119-9000</p>
<p>3) Para informações sobre MP de outros estados acesse:</p>
<p><a href="http://www.redegoverno.gov.br/">www.redegoverno.gov.br</a></p>
<p>Mais importante que praticar nossos deveres e exigir nossos direitos é estarmos dispostos a fazer valer os direitos daqueles que são menos favorecidos e, dentre estes, atentarmos para os que nem voz tem – são como crianças mudas!</p>
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		<item>
		<title>Nossos irmãos animais</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2010/02/08/nossos-irmaos-animais/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[No mundo há centenas de pessoas ilustres que consideram os animais como eles devem ser considerados: nossos irmãos. Apenas para lembrar alguns, citamos Leonardo da Vinci: &#8220;Chegará o dia em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Neste dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade.&#8221;, São Francisco de Assis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo há centenas de pessoas ilustres que consideram os animais como eles devem ser considerados: nossos irmãos. Apenas para lembrar alguns, citamos Leonardo da Vinci: &#8220;Chegará o dia em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Neste dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade.&#8221;, São Francisco de Assis (os donos dos animais podiam levá-los para as missas) e, no Brasil, desejo destacar a vida de Marcel Benedeti.</p>
<p>Marcel Benedeti era veterinário, vegetariano e dedicou a vida aos animais e a conscientizar as pessoas da necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão.</p>
<p>Benedeti apresentava um programa na Rádio Boa Nova chamado “Nossos Irmãos Animais”, único no gênero, que mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.</p>
<p>Ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação, que tem como objetivo educar as pessoas por meio  de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel Benedeti conseguiu arrecadar rações e medicamentos distribuídas aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais. Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia, que ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal tem a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa.</p>
<p>Por seu amor aos animais, ele fazia consultas, cirurgias e até dava medicamentos às pessoas carentes, que mal tinham o que comer em casa, para que seus animais não sofressem ainda mais.</p>
<p>Marcel Benedeti publicou vários livros, entre eles, &#8220;Todos os animais merecem o céu&#8221;; &#8220;Todos os animais são nossos irmãos&#8221;; &#8220;Animais no mundo espiritual&#8221;; &#8220;A espiritualidade dos animais&#8221;; &#8220;Histórias animais que as pessoas contam&#8221;;  &#8220;Errar é humano – perdoar é canino&#8221; e, mais recentemente, &#8220;Animais: tudo o que você precisa saber&#8221;.</p>
<p>Lamentavelmente no dia 01 de fevereiro deste ano, Benedeti não conseguiu vencer a sua luta pessoal contra um câncer.</p>
<p>Fica aqui a nossa homenagem para uma pessoa de grande responsabilidade social e, consequentemente, de caráter, que trabalhou incansavelmente pelo reconhecimento dos direitos dos animais!</p>
<img src="http://www.rumosdobrasil.org.br/?ak_action=api_record_view&id=1731&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quarto Setor vence no campeonato de futebol</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/12/07/quarto-setor-vence-no-campeonato-de-futebol/</link>
		<comments>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/12/07/quarto-setor-vence-no-campeonato-de-futebol/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nosso Campeonato Brasileiro de Futebol foi marcado por surpresas e reviravoltas na última rodada do torneio de 2009. Numa das decisões mais emocionantes da história do Brasileirão, o Flamengo sagrou-se campeão ao vencer o Grêmio de virada, por 2 a 1, no Maracanã. É o sexto título brasileiro do clube mais popular do país — campeão também em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso Campeonato Brasileiro de Futebol foi marcado por surpresas e reviravoltas na última rodada do torneio de 2009. Numa das decisões mais emocionantes da história do Brasileirão, o Flamengo sagrou-se campeão ao vencer o Grêmio de virada, por 2 a 1, no Maracanã. É o sexto título brasileiro do clube mais popular do país — campeão também em 1980, 82, 83, 87 (título da Copa União) e 1992. Como moro em Copacabana pude, desde a véspera, ver as ruas, restaurantes, hotéis e botequins, lotados de flamenguistas. Estavam extremamente otimistas e não viam hipótese de derrota. De certa forma, observei satisfeita que havia muitas famílias, tipo de “antigamente”: pai, mãe, filhos, além dos torcedores, digamos, bagunceiros ou exaltados. Nem parecia que poucos dias antes Copacabana era palco de bombas, incêndios em ônibus, enfim, guerrilha urbana. Sinceramente não saberia dizer se essa mudança de ares foi pelo poder do Flamengo, do futebol ou do esporte, mas com certeza foi mais forte e sobrepujou o Primeiro, o Segundo e o Terceiro setor da economia. Penso que tal força de mudança, no clima de violência, pode ter sido o resultado da influência do futebol no poder do Quarto Setor.</p>
<p>Para entender melhor este raciocínio, vamos fazer resumidamente as definições do que são esses numerados setores da economia:</p>
<ul>
<li>O Primeiro Setor é representado pelo Governo. Cabe ao Governo a missão de dar oportunidades para que a população tenha acesso a serviços públicos e os mesmos devem ser de excelente qualidade. Esta é uma das formas de eliminar o terrível abismo que separa a “ilha dos ricos do oceano dos pobres”. A política de desenvolvimento econômico deve privilegiar a geração de empregos e a melhoria da distribuição de renda, como pré-requisitos para que o país melhore;</li>
<li>O Segundo Setor é representado pela Iniciativa Privada. Ela depende do lucro para sobreviver e tem no lucro a sua principal motivação. Podemos constatar, através de estatísticas, que o índice de fechamento de pequenas empresas tem sido muito grande. É possível apontar como motivos dessas realidades falhas de planejamento e de decisões. Também pode ser por recursos financeiros insuficientes para capital de giro, e muitas vezes inexperiência em gestão empresarial;</li>
<li>No Terceiro Setor encontram-se os mais diversos tipos de instituições sem fins lucrativos e os investimentos em projetos sociais desenvolvidos pela iniciativa privada. Este setor,que movimenta bilhões de dólares mundialmente e gera milhões de empregos, tem como objetivo maior tornar a sociedade mais justa economicamente e mais igualitária socialmente.</li>
<li>O Quarto Setor é visto como representante da economia informal. Ele não tem preconceito, não discrimina e não provoca exclusão social, profissional, racial, eleitoral, empresarial ou digital. É um setor que desenvolve criativos artifícios para fugir dos impostos, com destaque para o de renda. O Quarto Setor é o que possibilita a realidade do crescimento do “Caixa Dois”. Segundo as últimas estimativas, o PIB dessa economia informal ultrapassa a blhões de dólares. Isto significa que esse é maior do que o PIB de vários países do nosso planeta. Podemos imaginar o que significa em termos de perda da arrecadação tributária, e como consequência, o não atendimento às necessidades dos cidadãos de baixa renda? Isto levando-se em conta que os outros setores executassem as suas funções com presteza.</li>
</ul>
<p>O Quarto Setor é constituído por um contingente mundial de centenas de milhões de desempregados. São pessoas que fogem e/ou são expelidos da elevada carga tributária. Somando-se a isso uma legislação trabalhista ultrapassada, burocracia excessiva, custos elevados para abertura e fechamento de empresas, ineficiência do Estado, além de atividades que são incompatíveis com uma honestidade contábil. Há um grande destaque para a pirataria de CDs e DVDs, mas isso nada mais é do que um pequeno e palpável grão de areia nesse gigantesco mar econômico da informalidade. Alguns afirmam que o aumento do Quarto Setor é inversamente proporcional à presença da ética em suas atividades. Seria realmente “ele” um Setor proscrito e maldito? Ou é “ele” o Setor que mantém a sociedade sobrevivendo, pelo fracasso na execução dos objetivos, dos três primeiros setores? A verdade é que, questionar a ética no Quarto Setor é redundante se não a encontrarmos nos outros. Precisamos de mais responsabilidade social e de menos hipocrisia.</p>
<p>Mas, voltando ao futebol, quando há efervescência de consumo, na formalidade ou não, a violência começa a perder espaço. É como se o crime pudesse ser vencido – o otimismo torna-se contagiante. E o pior é que, sendo tricolor, sou obrigada a render-me ao bem que o Flamengo nos trouxe pelo seu futebol, pelo menos, no final de semana do hexa.</p>
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		<title>As obras do PAC e as licenças ambientais</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[br-319]]></category>
		<category><![CDATA[pac]]></category>
		<category><![CDATA[rio madeira]]></category>
		<category><![CDATA[usina de jirau]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente acompanhamos o Sr. Lula, presidente do nosso país, afirmar que o Brasil precisa de crescer e se desenvolver e que é necessária uma mudança quanto ao “poder de veto ou embargo” dos fiscais junto a obras, principalmente do PAC. Nosso presidente estava criticando a atuação dos agentes públicos, que estudaram, se formaram, fizeram concurso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente acompanhamos o Sr. Lula, presidente do nosso país, afirmar que o Brasil precisa de crescer e se desenvolver e que é necessária uma mudança quanto ao “poder de veto ou embargo” dos fiscais junto a obras, principalmente do PAC.</p>
<p>Nosso presidente estava criticando a atuação dos agentes públicos, que estudaram, se formaram, fizeram concurso e trabalham para que a atuação do homem, das empresas e do governo, estejam em conformidade com a Lei. Eles visam que o resultado dessa ação, isto é, os impactos e a consequente destruição do meio ambiente sejam mais controlados.</p>
<p>Conforme publicado nos jornais, nos bastidores, Lula e os ministros mais próximos alegam que tais fiscalizações são fruto de uma disputa política de oposição ao seu governo e que os ministros do TCU estariam sendo manipulados.</p>
<p>O presidente Lula além de queixar-se contra o TCU, em seus discursos, tem deixado claro a sua indignação contra o Ministério Público no que se refere ao caso das obras do PAC. Mostrou-se revoltado com os fiscais do Ibama, que se recusam a dar a licença prévia para a construção da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, além de terem atrasado as licenças das Usinas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia.</p>
<p>Entretanto, boa parte do fortalecimento da engrenagem de vigilância, emissão de multas e abertura de processos civis públicos contra pessoas físicas e empresas ocorreu em seu governo. Dos atuais 3,5 mil servidores do Ibama, dois mil foram contratados na gestão de Lula. A ex-ministra Marina Silva conseguiu a abertura de concursos que efetivaram dois mil novos servidores do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade.</p>
<p>O atual ministro, Carlos Minc, queria mais três mil. Conseguiu mil. &#8220;O ministro Carlos Minc tem mostrado ao presidente que é necessário fortalecer o Ibama&#8221;, afirma Bruno Barbosa, coordenador geral de Fiscalização do órgão. &#8220;Todos sabem que a proteção ambiental é importante para que as obras não tenham contestação&#8221;. Fica então a pergunta se o objetivo é a proteção ambiental ou não ter contestação quanto a uma obra que será base de um processo político-eleitoral?</p>
<p>A ação dos fiscalizadores quanto à usina é um dos pesadelos de Lula. &#8220;Não é possível que por 20 anos tenham conseguido que sequer fossem feitos os estudos de impacto ambiental em Belo Monte&#8221;, insiste em dizer o presidente todas as vezes que se refere ao PAC e à ação do Ministério Público.</p>
<p>A questão é que a usina é uma das estrelas do PAC e será uma das principais peças da campanha presidencial de Dilma, no ano que vem. Quando pronta, deverá produzir 11 mil megawatts de energia.</p>
<p>O mundo realmente não pára. Está em constante evolução e exige uma permanente adaptação às novas condições. Porém, precisamos lembrar que a frenética busca pelo progresso a qualquer preço (que vigorava há trinta, quarenta anos) nos ensinou a necessidade da procura do desenvolvimento sustentável e responsável; Ao assistencialismo que vigorava desde a época de Getúlio Vargas, sucedeu-se o voluntariado, em que se procura o envolvimento pessoal, o compromisso.</p>
<p>Devemos questionar para que fim é o “desenvolvimento” pregado? Estamos falando de equilíbrio para o usufruto de uma justiça social entre a humanidade, e entre humanidade e o meio ambiente, ou estamos falando de perpetuação de poder?</p>
<p>Quando estamos no meio de um processo de revolução, podemos seguir até o fim e virarmos a página, ou voltar atrás. Já ultrapassamos algumas fases, outras ainda estão por serem transpostas, mas alguns acontecimentos ficam em destaque. É certo que está havendo, por parte do empresariado, uma mudança gradativa de mentalidade, mas o que fazer para que nosso governante maior tenha a grandeza de colocar sua responsabilidade social acima do seu interesse de perpetuação no poder?</p>
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		<title>Responsabilidade social no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[estado mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[globalização]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Processo Ao chamarmos de “globalização” a integração dos mercados financeiros mundiais e o crescimento sem igual do comércio internacional e, adicionando o alto desenvolvimento tecnológico dos meios de comunicação, principalmente percebidos a partir das últimas décadas do século passado, verificamos uma incrível velocidade da informação em todos os seguimentos da sociedade. No entanto, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Um Processo</h2>
<p>Ao chamarmos de “globalização” a integração dos mercados financeiros mundiais e o crescimento sem igual do comércio internacional e, adicionando o alto desenvolvimento tecnológico dos meios de comunicação, principalmente percebidos a partir das últimas décadas do século passado, verificamos uma incrível velocidade da informação em todos os seguimentos da sociedade.</p>
<p>No entanto, o usufruto dos benefícios trazidos pela globalização não atingem a sociedade em um todo. O que podemos atestar no Brasil é uma realidade de um número crescente de cidadãos com reais dificuldades de inserção social no mercado de trabalho, e na sociedade de consumo. O que temos é um número crescente de brasileiros com falta de acesso a serviços (saúde, educação, transporte, segurança, habitação, etc.).</p>
<p>Responsabilidade Social diz respeito ao crescimento sustentável. É você produzir, sem poluir. É você respeitar todo o conjunto da obra Divina, já que crendo ou não no Criador existe criação e criatura. É você respeitar e implantar o que em hebraico traduz-se em “Tsedaka” &#8211; Justiça Social. Então, é a implantação da justiça social através de geração de empregos, apoio financeiro, logístico e cultural, aos menos favorecidos de uma forma que eles possam se resolver economicamente resgatando a sua dignidade e cidadania.</p>
<p>Com uma crescente competição e insegurança dos trabalhadores, cada vez mais a população precisará de políticas públicas efetivas que garantam educação e treinamento adequado às exigências do mercado. É justamente neste ponto que encontramos uma das grandes incoerências da globalização: cada vez mais as políticas econômicas liberais reduzem o poder do Estado, o transformando no que é chamado de Estado Mínimo. Por outro lado, cada vez mais cresce o número de pessoas que exigem políticas públicas de proteção que ofereça seguro-desemprego, programas de habitação, bolsa-família, entre outras.</p>
<p>O Brasil, por exemplo, em várias situações ao longo da sua história perdeu oportunidades ímpares de estar no caminho para atingir a plenitude do desenvolvimento de seu povo e do país. Essa realidade vem gerando contrastes e produzindo disparidades internas e externas. Em verdade, o Brasil econômico se distancia, e muito, do Brasil social. Isso desencadeia um desequilíbrio que o leva, paulatinamente, à sua desintegração social e explosão da violência.</p>
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