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	<title>Rumos do Brasil &#187; Kathia Kozlowski</title>
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	<description>Propostas para um país melhor</description>
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		<title>Nossos irmãos animais</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No mundo há centenas de pessoas ilustres que consideram os animais como eles devem ser considerados: nossos irmãos. Apenas para lembrar alguns, citamos Leonardo da Vinci: &#8220;Chegará o dia em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Neste dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade.&#8221;, São Francisco de Assis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo há centenas de pessoas ilustres que consideram os animais como eles devem ser considerados: nossos irmãos. Apenas para lembrar alguns, citamos Leonardo da Vinci: &#8220;Chegará o dia em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Neste dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade.&#8221;, São Francisco de Assis (os donos dos animais podiam levá-los para as missas) e, no Brasil, desejo destacar a vida de Marcel Benedeti.</p>
<p>Marcel Benedeti era veterinário, vegetariano e dedicou a vida aos animais e a conscientizar as pessoas da necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão.</p>
<p>Benedeti apresentava um programa na Rádio Boa Nova chamado “Nossos Irmãos Animais”, único no gênero, que mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.</p>
<p>Ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação, que tem como objetivo educar as pessoas por meio  de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel Benedeti conseguiu arrecadar rações e medicamentos distribuídas aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais. Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia, que ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal tem a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa.</p>
<p>Por seu amor aos animais, ele fazia consultas, cirurgias e até dava medicamentos às pessoas carentes, que mal tinham o que comer em casa, para que seus animais não sofressem ainda mais.</p>
<p>Marcel Benedeti publicou vários livros, entre eles, &#8220;Todos os animais merecem o céu&#8221;; &#8220;Todos os animais são nossos irmãos&#8221;; &#8220;Animais no mundo espiritual&#8221;; &#8220;A espiritualidade dos animais&#8221;; &#8220;Histórias animais que as pessoas contam&#8221;;  &#8220;Errar é humano – perdoar é canino&#8221; e, mais recentemente, &#8220;Animais: tudo o que você precisa saber&#8221;.</p>
<p>Lamentavelmente no dia 01 de fevereiro deste ano, Benedeti não conseguiu vencer a sua luta pessoal contra um câncer.</p>
<p>Fica aqui a nossa homenagem para uma pessoa de grande responsabilidade social e, consequentemente, de caráter, que trabalhou incansavelmente pelo reconhecimento dos direitos dos animais!</p>
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		<title>Quarto Setor vence no campeonato de futebol</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso Campeonato Brasileiro de Futebol foi marcado por surpresas e reviravoltas na última rodada do torneio de 2009. Numa das decisões mais emocionantes da história do Brasileirão, o Flamengo sagrou-se campeão ao vencer o Grêmio de virada, por 2 a 1, no Maracanã. É o sexto título brasileiro do clube mais popular do país — campeão também em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso Campeonato Brasileiro de Futebol foi marcado por surpresas e reviravoltas na última rodada do torneio de 2009. Numa das decisões mais emocionantes da história do Brasileirão, o Flamengo sagrou-se campeão ao vencer o Grêmio de virada, por 2 a 1, no Maracanã. É o sexto título brasileiro do clube mais popular do país — campeão também em 1980, 82, 83, 87 (título da Copa União) e 1992. Como moro em Copacabana pude, desde a véspera, ver as ruas, restaurantes, hotéis e botequins, lotados de flamenguistas. Estavam extremamente otimistas e não viam hipótese de derrota. De certa forma, observei satisfeita que havia muitas famílias, tipo de “antigamente”: pai, mãe, filhos, além dos torcedores, digamos, bagunceiros ou exaltados. Nem parecia que poucos dias antes Copacabana era palco de bombas, incêndios em ônibus, enfim, guerrilha urbana. Sinceramente não saberia dizer se essa mudança de ares foi pelo poder do Flamengo, do futebol ou do esporte, mas com certeza foi mais forte e sobrepujou o Primeiro, o Segundo e o Terceiro setor da economia. Penso que tal força de mudança, no clima de violência, pode ter sido o resultado da influência do futebol no poder do Quarto Setor.</p>
<p>Para entender melhor este raciocínio, vamos fazer resumidamente as definições do que são esses numerados setores da economia:</p>
<ul>
<li>O Primeiro Setor é representado pelo Governo. Cabe ao Governo a missão de dar oportunidades para que a população tenha acesso a serviços públicos e os mesmos devem ser de excelente qualidade. Esta é uma das formas de eliminar o terrível abismo que separa a “ilha dos ricos do oceano dos pobres”. A política de desenvolvimento econômico deve privilegiar a geração de empregos e a melhoria da distribuição de renda, como pré-requisitos para que o país melhore;</li>
<li>O Segundo Setor é representado pela Iniciativa Privada. Ela depende do lucro para sobreviver e tem no lucro a sua principal motivação. Podemos constatar, através de estatísticas, que o índice de fechamento de pequenas empresas tem sido muito grande. É possível apontar como motivos dessas realidades falhas de planejamento e de decisões. Também pode ser por recursos financeiros insuficientes para capital de giro, e muitas vezes inexperiência em gestão empresarial;</li>
<li>No Terceiro Setor encontram-se os mais diversos tipos de instituições sem fins lucrativos e os investimentos em projetos sociais desenvolvidos pela iniciativa privada. Este setor,que movimenta bilhões de dólares mundialmente e gera milhões de empregos, tem como objetivo maior tornar a sociedade mais justa economicamente e mais igualitária socialmente.</li>
<li>O Quarto Setor é visto como representante da economia informal. Ele não tem preconceito, não discrimina e não provoca exclusão social, profissional, racial, eleitoral, empresarial ou digital. É um setor que desenvolve criativos artifícios para fugir dos impostos, com destaque para o de renda. O Quarto Setor é o que possibilita a realidade do crescimento do “Caixa Dois”. Segundo as últimas estimativas, o PIB dessa economia informal ultrapassa a blhões de dólares. Isto significa que esse é maior do que o PIB de vários países do nosso planeta. Podemos imaginar o que significa em termos de perda da arrecadação tributária, e como consequência, o não atendimento às necessidades dos cidadãos de baixa renda? Isto levando-se em conta que os outros setores executassem as suas funções com presteza.</li>
</ul>
<p>O Quarto Setor é constituído por um contingente mundial de centenas de milhões de desempregados. São pessoas que fogem e/ou são expelidos da elevada carga tributária. Somando-se a isso uma legislação trabalhista ultrapassada, burocracia excessiva, custos elevados para abertura e fechamento de empresas, ineficiência do Estado, além de atividades que são incompatíveis com uma honestidade contábil. Há um grande destaque para a pirataria de CDs e DVDs, mas isso nada mais é do que um pequeno e palpável grão de areia nesse gigantesco mar econômico da informalidade. Alguns afirmam que o aumento do Quarto Setor é inversamente proporcional à presença da ética em suas atividades. Seria realmente “ele” um Setor proscrito e maldito? Ou é “ele” o Setor que mantém a sociedade sobrevivendo, pelo fracasso na execução dos objetivos, dos três primeiros setores? A verdade é que, questionar a ética no Quarto Setor é redundante se não a encontrarmos nos outros. Precisamos de mais responsabilidade social e de menos hipocrisia.</p>
<p>Mas, voltando ao futebol, quando há efervescência de consumo, na formalidade ou não, a violência começa a perder espaço. É como se o crime pudesse ser vencido – o otimismo torna-se contagiante. E o pior é que, sendo tricolor, sou obrigada a render-me ao bem que o Flamengo nos trouxe pelo seu futebol, pelo menos, no final de semana do hexa.</p>
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		<title>As obras do PAC e as licenças ambientais</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[br-319]]></category>
		<category><![CDATA[pac]]></category>
		<category><![CDATA[rio madeira]]></category>
		<category><![CDATA[usina de jirau]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente acompanhamos o Sr. Lula, presidente do nosso país, afirmar que o Brasil precisa de crescer e se desenvolver e que é necessária uma mudança quanto ao “poder de veto ou embargo” dos fiscais junto a obras, principalmente do PAC.
Nosso presidente estava criticando a atuação dos agentes públicos, que estudaram, se formaram, fizeram concurso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente acompanhamos o Sr. Lula, presidente do nosso país, afirmar que o Brasil precisa de crescer e se desenvolver e que é necessária uma mudança quanto ao “poder de veto ou embargo” dos fiscais junto a obras, principalmente do PAC.</p>
<p>Nosso presidente estava criticando a atuação dos agentes públicos, que estudaram, se formaram, fizeram concurso e trabalham para que a atuação do homem, das empresas e do governo, estejam em conformidade com a Lei. Eles visam que o resultado dessa ação, isto é, os impactos e a consequente destruição do meio ambiente sejam mais controlados.</p>
<p>Conforme publicado nos jornais, nos bastidores, Lula e os ministros mais próximos alegam que tais fiscalizações são fruto de uma disputa política de oposição ao seu governo e que os ministros do TCU estariam sendo manipulados.</p>
<p>O presidente Lula além de queixar-se contra o TCU, em seus discursos, tem deixado claro a sua indignação contra o Ministério Público no que se refere ao caso das obras do PAC. Mostrou-se revoltado com os fiscais do Ibama, que se recusam a dar a licença prévia para a construção da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, além de terem atrasado as licenças das Usinas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia.</p>
<p>Entretanto, boa parte do fortalecimento da engrenagem de vigilância, emissão de multas e abertura de processos civis públicos contra pessoas físicas e empresas ocorreu em seu governo. Dos atuais 3,5 mil servidores do Ibama, dois mil foram contratados na gestão de Lula. A ex-ministra Marina Silva conseguiu a abertura de concursos que efetivaram dois mil novos servidores do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade.</p>
<p>O atual ministro, Carlos Minc, queria mais três mil. Conseguiu mil. &#8220;O ministro Carlos Minc tem mostrado ao presidente que é necessário fortalecer o Ibama&#8221;, afirma Bruno Barbosa, coordenador geral de Fiscalização do órgão. &#8220;Todos sabem que a proteção ambiental é importante para que as obras não tenham contestação&#8221;. Fica então a pergunta se o objetivo é a proteção ambiental ou não ter contestação quanto a uma obra que será base de um processo político-eleitoral?</p>
<p>A ação dos fiscalizadores quanto à usina é um dos pesadelos de Lula. &#8220;Não é possível que por 20 anos tenham conseguido que sequer fossem feitos os estudos de impacto ambiental em Belo Monte&#8221;, insiste em dizer o presidente todas as vezes que se refere ao PAC e à ação do Ministério Público.</p>
<p>A questão é que a usina é uma das estrelas do PAC e será uma das principais peças da campanha presidencial de Dilma, no ano que vem. Quando pronta, deverá produzir 11 mil megawatts de energia.</p>
<p>O mundo realmente não pára. Está em constante evolução e exige uma permanente adaptação às novas condições. Porém, precisamos lembrar que a frenética busca pelo progresso a qualquer preço (que vigorava há trinta, quarenta anos) nos ensinou a necessidade da procura do desenvolvimento sustentável e responsável; Ao assistencialismo que vigorava desde a época de Getúlio Vargas, sucedeu-se o voluntariado, em que se procura o envolvimento pessoal, o compromisso.</p>
<p>Devemos questionar para que fim é o “desenvolvimento” pregado? Estamos falando de equilíbrio para o usufruto de uma justiça social entre a humanidade, e entre humanidade e o meio ambiente, ou estamos falando de perpetuação de poder?</p>
<p>Quando estamos no meio de um processo de revolução, podemos seguir até o fim e virarmos a página, ou voltar atrás. Já ultrapassamos algumas fases, outras ainda estão por serem transpostas, mas alguns acontecimentos ficam em destaque. É certo que está havendo, por parte do empresariado, uma mudança gradativa de mentalidade, mas o que fazer para que nosso governante maior tenha a grandeza de colocar sua responsabilidade social acima do seu interesse de perpetuação no poder?</p>
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		<title>Responsabilidade social no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kathia Kozlowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[estado mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[globalização]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Processo
Ao chamarmos de “globalização” a integração dos mercados financeiros mundiais e o crescimento sem igual do comércio internacional e, adicionando o alto desenvolvimento tecnológico dos meios de comunicação, principalmente percebidos a partir das últimas décadas do século passado, verificamos uma incrível velocidade da informação em todos os seguimentos da sociedade.
No entanto, o usufruto dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Um Processo</h2>
<p>Ao chamarmos de “globalização” a integração dos mercados financeiros mundiais e o crescimento sem igual do comércio internacional e, adicionando o alto desenvolvimento tecnológico dos meios de comunicação, principalmente percebidos a partir das últimas décadas do século passado, verificamos uma incrível velocidade da informação em todos os seguimentos da sociedade.</p>
<p>No entanto, o usufruto dos benefícios trazidos pela globalização não atingem a sociedade em um todo. O que podemos atestar no Brasil é uma realidade de um número crescente de cidadãos com reais dificuldades de inserção social no mercado de trabalho, e na sociedade de consumo. O que temos é um número crescente de brasileiros com falta de acesso a serviços (saúde, educação, transporte, segurança, habitação, etc.).</p>
<p>Responsabilidade Social diz respeito ao crescimento sustentável. É você produzir, sem poluir. É você respeitar todo o conjunto da obra Divina, já que crendo ou não no Criador existe criação e criatura. É você respeitar e implantar o que em hebraico traduz-se em “Tsedaka” &#8211; Justiça Social. Então, é a implantação da justiça social através de geração de empregos, apoio financeiro, logístico e cultural, aos menos favorecidos de uma forma que eles possam se resolver economicamente resgatando a sua dignidade e cidadania.</p>
<p>Com uma crescente competição e insegurança dos trabalhadores, cada vez mais a população precisará de políticas públicas efetivas que garantam educação e treinamento adequado às exigências do mercado. É justamente neste ponto que encontramos uma das grandes incoerências da globalização: cada vez mais as políticas econômicas liberais reduzem o poder do Estado, o transformando no que é chamado de Estado Mínimo. Por outro lado, cada vez mais cresce o número de pessoas que exigem políticas públicas de proteção que ofereça seguro-desemprego, programas de habitação, bolsa-família, entre outras.</p>
<p>O Brasil, por exemplo, em várias situações ao longo da sua história perdeu oportunidades ímpares de estar no caminho para atingir a plenitude do desenvolvimento de seu povo e do país. Essa realidade vem gerando contrastes e produzindo disparidades internas e externas. Em verdade, o Brasil econômico se distancia, e muito, do Brasil social. Isso desencadeia um desequilíbrio que o leva, paulatinamente, à sua desintegração social e explosão da violência.</p>
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