<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: A mudança que vem de baixo</title>
	<atom:link href="http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/11/24/a-mudanca-que-vem-de-baixo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/11/24/a-mudanca-que-vem-de-baixo/</link>
	<description>Propostas para um país melhor</description>
	<lastBuildDate>Tue, 27 Jul 2010 20:34:12 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Moysés Corrêa</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/11/24/a-mudanca-que-vem-de-baixo/comment-page-1/#comment-23</link>
		<dc:creator>Moysés Corrêa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 02:06:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rumosdobrasil.org.br/?p=1016#comment-23</guid>
		<description>Não acredito que se possa falar em &quot;&quot;semi-falência&quot; da maior parte dos movimentos, sobretudo nos meios sindicais e estudantis&quot;. No último dia 11 de novembro as centrais sindicais (meio sindical) realizaram certamente a maior manifestação de trabalhadores do país na capital federal. Defendendo bandeiras que não são apoiadas pelo governo federal e muito menos pelo patronato. A redução da jornada de trabalho sem a redução do salário, o fim do fator previdenciário e a ratificação da Convenção 158 da OIT são algumas das palavras de ordem que foram empunhadas pelos manifestantes vindos de todos os recantos do Brasil na 6ª Marcha da Classe Trabalhadora. A instalação da CPI do MST é mais uma prova da pujança dos movimentos sociais. &quot;Não se bate em cachorro morto&quot;. O que existe da parte dos movimentos sociais é uma certa dificuldade de entender a realidade que se abriu a partir da eleição de um governo que quer se relacionar com os movimentos sociais - diferentemente do anterior que lhes era hostil - até para fazer um contraponto com os &quot;capitalistas&quot;. Essa nova realidade também colocou em cheque a posição de cada um sobre a questão do Estado. A prática, oriunda da insegurança, de ser contra tudo que vem do Estado também ficou na berlinda. Isso tem criado confusão e perplexidade. A partidarização também vai perdendo terreno. A vida vai ensinando e formando novas lideranças. Uma coisa a ser pensada é de que - de certa forma - todas as forças que combateram a ditadura já chegaram ao poder desde a redemocratização e, dados de hoje, constatam que o país tem 21 milhões de empregados e 18,6 milhões de desempregados. Precisamos repensar o Brasil!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não acredito que se possa falar em &#8220;&#8221;semi-falência&#8221; da maior parte dos movimentos, sobretudo nos meios sindicais e estudantis&#8221;. No último dia 11 de novembro as centrais sindicais (meio sindical) realizaram certamente a maior manifestação de trabalhadores do país na capital federal. Defendendo bandeiras que não são apoiadas pelo governo federal e muito menos pelo patronato. A redução da jornada de trabalho sem a redução do salário, o fim do fator previdenciário e a ratificação da Convenção 158 da OIT são algumas das palavras de ordem que foram empunhadas pelos manifestantes vindos de todos os recantos do Brasil na 6ª Marcha da Classe Trabalhadora. A instalação da CPI do MST é mais uma prova da pujança dos movimentos sociais. &#8220;Não se bate em cachorro morto&#8221;. O que existe da parte dos movimentos sociais é uma certa dificuldade de entender a realidade que se abriu a partir da eleição de um governo que quer se relacionar com os movimentos sociais &#8211; diferentemente do anterior que lhes era hostil &#8211; até para fazer um contraponto com os &#8220;capitalistas&#8221;. Essa nova realidade também colocou em cheque a posição de cada um sobre a questão do Estado. A prática, oriunda da insegurança, de ser contra tudo que vem do Estado também ficou na berlinda. Isso tem criado confusão e perplexidade. A partidarização também vai perdendo terreno. A vida vai ensinando e formando novas lideranças. Uma coisa a ser pensada é de que &#8211; de certa forma &#8211; todas as forças que combateram a ditadura já chegaram ao poder desde a redemocratização e, dados de hoje, constatam que o país tem 21 milhões de empregados e 18,6 milhões de desempregados. Precisamos repensar o Brasil!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
