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	<title>Comentários sobre: O tempo não para</title>
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	<description>Propostas para um país melhor</description>
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		<title>Por: Paulo Passarinho</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/11/22/o-tempo-nao-para/comment-page-1/#comment-40</link>
		<dc:creator>Paulo Passarinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:03:35 +0000</pubDate>
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		<description>Minha única ponderação é que o José Carlos não está levando em conta - para a definição do montante da dívida mobiliária federal - as chamadas Operações de Mercado Aberto, hoje em volume superior a R$ 500 bilhões.
Não podemos cair nas tecnicalidades de uma contabilidade marota de alguns dos passivos que temos. Não há razão plausível para a exclusão dessas operações no cômputo da dívida mobiliária, do mesmo modo que na dívida externa devemos agregar as dívidas existentes entre as filiais brasileiras e suas matrizes no exterior..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha única ponderação é que o José Carlos não está levando em conta &#8211; para a definição do montante da dívida mobiliária federal &#8211; as chamadas Operações de Mercado Aberto, hoje em volume superior a R$ 500 bilhões.<br />
Não podemos cair nas tecnicalidades de uma contabilidade marota de alguns dos passivos que temos. Não há razão plausível para a exclusão dessas operações no cômputo da dívida mobiliária, do mesmo modo que na dívida externa devemos agregar as dívidas existentes entre as filiais brasileiras e suas matrizes no exterior..</p>
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		<title>Por: Pedro Vieira</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/11/22/o-tempo-nao-para/comment-page-1/#comment-34</link>
		<dc:creator>Pedro Vieira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:25:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rumosdobrasil.org.br/?p=962#comment-34</guid>
		<description>Obrigado pela resposta.
Gosto muito das suas entrevistas na TV comunitária. Sua filha pode não entender, mas´eu só consegui uma visão geral razoável da crise internacional através de vc. Parabéns.
 
O que me incomoda é exatamente o pagamento da dívida, (~30% dos gastos gerais do governo), não me parece existir nenhum outro ítem maior no orçamento, e o drama político de estarmos nas mãos de tão poucos credores, e do seu poder de fogo por conta disso.
 
De 94 para cá a dívida pulou de 60 bi para 1.3 tri (ou 1,8 segundo alguns). Apesar disso mantivemos o garrote do superavit primário em 14 desses 15 anos. Também não fizemos investimentos de monta. Ao que tudo indica isso é apenas uma &quot;dívida financeira&quot;, juros sobre juros. Lembra-me os famosos casos do cidadão que entra um pouquinho no cheque especial e ve sua dívida crescer exponencialmente, ficando impagável em poucos meses, por menor que tenha sido o valor inicial do débito.
 
Realmente a percentagem sobre o PIB é pequena, mas a forma da dívida me lembra a famosa frase de Churchill.
NUNCA TANTOS PAGARAM TANTO A TÃO POUCOS.
 
Um forte abraço e mais uma vez obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pela resposta.<br />
Gosto muito das suas entrevistas na TV comunitária. Sua filha pode não entender, mas´eu só consegui uma visão geral razoável da crise internacional através de vc. Parabéns.</p>
<p>O que me incomoda é exatamente o pagamento da dívida, (~30% dos gastos gerais do governo), não me parece existir nenhum outro ítem maior no orçamento, e o drama político de estarmos nas mãos de tão poucos credores, e do seu poder de fogo por conta disso.</p>
<p>De 94 para cá a dívida pulou de 60 bi para 1.3 tri (ou 1,8 segundo alguns). Apesar disso mantivemos o garrote do superavit primário em 14 desses 15 anos. Também não fizemos investimentos de monta. Ao que tudo indica isso é apenas uma &#8220;dívida financeira&#8221;, juros sobre juros. Lembra-me os famosos casos do cidadão que entra um pouquinho no cheque especial e ve sua dívida crescer exponencialmente, ficando impagável em poucos meses, por menor que tenha sido o valor inicial do débito.</p>
<p>Realmente a percentagem sobre o PIB é pequena, mas a forma da dívida me lembra a famosa frase de Churchill.<br />
NUNCA TANTOS PAGARAM TANTO A TÃO POUCOS.</p>
<p>Um forte abraço e mais uma vez obrigado.</p>
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		<title>Por: J. Carlos de Assis</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/11/22/o-tempo-nao-para/comment-page-1/#comment-29</link>
		<dc:creator>J. Carlos de Assis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 12:25:05 +0000</pubDate>
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		<description>A dívida pública interna brasileira é da ordem de 1,3 trilhão de reais. Numa comparação internacional, como proporção do PIB (pouco mais de 40%), não é muito; ao contrário, é uma das mais baixas do mundo. O problema com a dívida é o custo de seu giro, isto é, a taxa básica de juros. Ao longo do Governo Lula, serão pagos mais de 1,2 trilhão em juros da dívida pública. É um escândalo. Os donos da dívida, segundo cálculos do professor Márcio Pochmann, presidente do IPEA, são realmente algumas 20 mil famílias de brasileiros, mais os estrangeiros que vieram se aproveitar de nossa taxa de juros e da valorização do real. Isso não apenas reduz o espaço para outras políticas públicas, como estimula importações e desestimula exportações de manufaturados - o que prejudica a geração interna de emprego e renda, além de nos condenar à condição sobretudo de exportadores de matérias primas e de bens primários, de pouco valor agregado, levando à desindustrialização do país (ou seja, à famosa &quot;doença holandesa&quot;). Portanto, a chave da solução do problema são os juros básicos, determinados pelo Banco Central. Claro que aquelas 20 mil famílias têm alguma influência na sua determinação, em prejuízo do resto da Nação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A dívida pública interna brasileira é da ordem de 1,3 trilhão de reais. Numa comparação internacional, como proporção do PIB (pouco mais de 40%), não é muito; ao contrário, é uma das mais baixas do mundo. O problema com a dívida é o custo de seu giro, isto é, a taxa básica de juros. Ao longo do Governo Lula, serão pagos mais de 1,2 trilhão em juros da dívida pública. É um escândalo. Os donos da dívida, segundo cálculos do professor Márcio Pochmann, presidente do IPEA, são realmente algumas 20 mil famílias de brasileiros, mais os estrangeiros que vieram se aproveitar de nossa taxa de juros e da valorização do real. Isso não apenas reduz o espaço para outras políticas públicas, como estimula importações e desestimula exportações de manufaturados &#8211; o que prejudica a geração interna de emprego e renda, além de nos condenar à condição sobretudo de exportadores de matérias primas e de bens primários, de pouco valor agregado, levando à desindustrialização do país (ou seja, à famosa &#8220;doença holandesa&#8221;). Portanto, a chave da solução do problema são os juros básicos, determinados pelo Banco Central. Claro que aquelas 20 mil famílias têm alguma influência na sua determinação, em prejuízo do resto da Nação.</p>
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		<title>Por: Pedro Vieira</title>
		<link>http://www.rumosdobrasil.org.br/2009/11/22/o-tempo-nao-para/comment-page-1/#comment-28</link>
		<dc:creator>Pedro Vieira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 12:24:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.rumosdobrasil.org.br/?p=962#comment-28</guid>
		<description>Senhores
Correu semana passada a informação que a dívida interna do Brasil é da ordem de 1,3 bilhões de Reais.
Corria há algum tempo a conversa que o Brasil era refém de 20 mil famílias, que estavam por detrás da nossa dívida interna.
Isso implicaria na razão última do porque da taxa Selic não poder baixar a menos de um valor politicamente definido.
Quem seriam esses patrões do Brasil ?
Qual a sua história, como eles chegaram lá ?
Como eles se mantém lá?
Ou isso é tudo cascata?
Bem, gostaria de ter acesso a uma análise mais técnica e verossímil do que escrevi acima, fruto de leituras em jornais e conclusões pessoais. 
Agradeço antecipadamente,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhores<br />
Correu semana passada a informação que a dívida interna do Brasil é da ordem de 1,3 bilhões de Reais.<br />
Corria há algum tempo a conversa que o Brasil era refém de 20 mil famílias, que estavam por detrás da nossa dívida interna.<br />
Isso implicaria na razão última do porque da taxa Selic não poder baixar a menos de um valor politicamente definido.<br />
Quem seriam esses patrões do Brasil ?<br />
Qual a sua história, como eles chegaram lá ?<br />
Como eles se mantém lá?<br />
Ou isso é tudo cascata?<br />
Bem, gostaria de ter acesso a uma análise mais técnica e verossímil do que escrevi acima, fruto de leituras em jornais e conclusões pessoais.<br />
Agradeço antecipadamente,</p>
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