A Carta Mundial pelo Direito à Cidade prevê em seu artigo XIII que todas as pessoas possuem o direito ao transporte público acessível e à mobilidade urbana. Criar condições para garantir o direito das pessoas circularem na cidade, espaço de encontro por excelência, tem estreita ligação com a garantia da liberdade de ir e vir. [...]
De fato não é fácil viver em uma grande cidade. A liberdde de ir e vir parece ser reprimida pelo poder de “ter dinheiro” para pagar passagem, pedágo, combustível, estacionamento. Se a pessoa não em emprego, mora no subusrbio e ainda não tem dinheiro para pegar ônibus, trem, metro para onde há ofrta de trabalho, o q fazer da vida? Ser eternamente tachao de vagabundo?
Calma Lá!! Que a política de transporte e mobilidade urbana em São Paulo é caótica, é fato. Mas nem tudo que você é verídico, ou ao menos aplicável a uma realidade prática (e não utópica). Primeiro você me diz que as passagens são ajustadas anualmente. Onde? Em São Paulo, o último reajuste foi a anos – só modificado no dia 4 de janeiro de 2010. Depois diz que uma grande massa de pessoas está excluída de utlizar o transporte público pelo seu valor excessivo, mas depois diz que a indústria automobilística cresce e agradece. E quem você acha que compra esses carros, parcelados em mil prestações? A classe baixa e média, lógico. E precisa ser assim, pois caso você não tenha reparado, essa mesma indústria feia e má emprega milhares de brasileiros! Acho que não adiantaria não ter transito, mas também não ter emprego!! E só pra finalizar: não basta só desestimular o uso do transporte individual de modo economico. A questão é cultural: ter carro dá status, e todo mundo corre atrás de status – inclusive os menos afortunados. Por isso, esse discursinho de esquerda cansa – e muito! Utopia não realizável não dá.