Déficit e Dívida Pública 23/10/2009
Auditoria da Dívida Pública: reivindicação da sociedade pelo cumprimento da Constituição Federal
Gastos com a dívida pública consomiram 30% do orçamento do Governo federal. O valor é 12 vezes superior ao destinado à educação, por exemplo.
A “Auditoria Cidadã da Dívida” surgiu após o grande Plebiscito da Dívida de 2000, quando seis milhões de brasileiros manifestaram-se pelo não pagamento da dívida pública enquanto não fosse realizada a auditoria prevista na Constituição Federal de 1988. Entidades da sociedade civil iniciaram a “Auditoria Cidadã da Dívida”, levantando informações, dados e documentos sobre o [...]
Cara Maria Lúcia … parabéns pelo seu trabalho e de sua equipe. Entrei em contato com ele no SENGE-PR e estou divulgando … segue um trecho de um trabalho de pesquisa que estamos desenvolvendo que tem relação com a situação da dívida …
Fundamentos da Insurreição:
Quais os motivos para pregar a insurreição?
Em primeira instância cabem considerações sobre as forças internas e externas que tem interesse em nossos fracassos.
Alimentamos um Estado pesado e ineficiente. Quem são as partes interessadas envolvidas na manutenção deste cenário que mantém milhões de Brasileiros a margem do conhecimento e do conforto de uma vida digna?
Sun Tzu nos ensina sobre a arte da guerra: Conhece-te a ti mesmo mas principalmente conhece o teu inimigo.
Quem somos nós? Quem são nossos inimigos ?
O Brasil quem é?
O Brasil é um país assassinado economicamente. Literalmente e exemplarmente explorado. Quem são os beneficiários desta catástrofe administrativa e financeira?
Para entender os números de hoje, precisamos entender quais são os mecanismos de expansão do Império.
A qual império estou a referir-me?
Quem são seus agentes?
“Assassinos econômicos (AEs) são profissionais altamente remunerados cujo trabalho é lesar países ao redor do mundo em golpes que se contam aos trilhões de dólares. Manipulando recursos financeiros do Banco Mundial, da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), além de outras organizações americanas de “ajuda” ao exterior, eles os canalizam para os cofres de enormes corporações e para os bolsos de algumas famílias abastadas que controlam os recursos naturais do planeta. Entre os seus instrumentos de trabalho incluem-se relatórios financeiros adulterados, pleitos eleitorais fraudulentos, extorsão, sexo e assassinato. Eles praticam o velho jogo do imperialismo, mas um tipo de jogo que assumiu novas e aterradoras dimensões durante este tempo de globalização. Eu sei do que estou falando; eu fui um AE.”
Este é o prefácio do livro de John Perkins “Confissões de um Assassino Econômico” Editora Cultrix.
Ainda no prefácio ele faz uma importante revelação:
“Escrevi este texto em 1982 como as palavras iniciais para um livro ao qual atribuí o título provisório de Conscience of an Economic Hit Man (Consciência de um Assassino Econômico). O livro era dedicado aos presidentes de dois países, homens que haviam sido meus clientes, a quem eu respeitava e considerava como consciências semelhantes à minha – Jaime Roldós, presidente do Equador, e Omar Torrijos, presidente do Panamá. Ambos acabavam de morrer em desastres aéreos. A morte deles não foi acidental. Eles foram assassinados porque se opunham àquela fraternidade de chefes de corporações, de governos e de bancos cuja meta é o império mundial. Nós, os AEs, fracassamos no nosso trabalho de cooptar Roldós e Torijos, e os outros tipos de matadores, os chacais a serviço da CIA que vinham imediatamente depois de nós, entraram em ação”.
Quem é esta fraternidade?
José Sarney, Collor de Mello, Jose de Alencar, Michel Temer, Golbery, Osvaldo Aranha, Tancredo Neves, Orestes Quércia, Osmar Dias, Alvaro Dias … e mais de 160.000 no Brasil, … 4.500.000 nos EUA… 85% dos oficiais do Pentágono…